Durante 15 dias, a Praça Nereu Ramos, no Centro de Criciúma, recebeu crianças, estudantes, famílias, professores, escritores e leitores em busca de novas histórias.
A 19ª Feira do Livro de Criciúma encerrou com cerca de 50 mil visitantes e aproximadamente 70 mil obras comercializadas.
Mais do que números, a feira mostrou o quanto o livro ainda consegue reunir pessoas quando ocupa um espaço público e fica mais perto da população.
Entre uma banca e outra, crianças folhearam histórias, famílias escolheram obras juntas e estudantes tiveram a chance de levar livros para casa.

A edição também movimentou a economia criativa do município. Conforme o balanço divulgado, a feira gerou cerca de R$ 750 mil em movimentação financeira, envolvendo livreiros, editoras, autores, artistas e profissionais ligados à cultura.
Os livros infantis e infantojuvenis estiveram entre os mais procurados. O dado reforça a importância da feira na formação de novos leitores, principalmente entre crianças e adolescentes.
Entre o público adulto, as obras de autoconhecimento lideraram a procura, seguidas por romances e livros religiosos. Outro ponto que marcou a edição foi a busca por exemplares com preços mais acessíveis, o que ajudou a ampliar o acesso à leitura.
A programação também contou com contação de histórias, apresentações culturais, bate-papos com autores, lançamentos de obras e atividades gratuitas para diferentes idades.

Estudantes e professores da rede municipal receberam vouchers para a compra de livros durante o evento. Para muitos alunos, a visita à feira representou a oportunidade de escolher uma obra e voltar para casa com um livro próprio.
Ao longo das duas semanas, a Feira do Livro movimentou o Centro, aproximou leitores e reforçou o papel da leitura na educação, na cultura e na convivência da cidade.










