Um grupo com 25 corredores de Criciúma viajou a São Paulo para participar da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre, disputada na quarta-feira (31/12/2025).
Segundo o corredor Eduardo Satiro Mendes – mais conhecido como Satiro – outros grupos da cidade e da região também estiveram na prova, e a estimativa é de que cerca de 100 atletas criciumenses tenham largado na capital paulista.
“Já treinamos há bastante tempo juntos”, contou Satiro. Corredor há cinco anos, ele participou da São Silvestre pela segunda vez e destaca o significado da prova para quem corre. “Para os corredores, ela é muito especial por ser a maior e mais antiga do Brasil. E a data simboliza muito, por ser no último dia do ano”, disse.
A edição centenária teve percurso de 15 km, com largada na Avenida Paulista (entre as ruas Frei Caneca e Augusta) e chegada na Paulista, na altura do nº 900, em frente ao Edifício Cásper Líbero, conforme o regulamento da prova.
Para quem não integra a elite, Satiro avalia que a São Silvestre costuma ser mais comemorativa do que competitiva.
“Ela é considerada uma prova mais comemorativa. Tem muita gente fantasiada, lembra um pouco um carnaval de rua”, relatou.
Ele completou os 15 km em 1h35 e reforça que, com o grande volume de participantes, o ritmo nem sempre é o foco.
“Como é uma prova gigante no número de pessoas, o ritmo não é o mais importante. Todo mundo quer aproveitar cada km ao máximo”, afirmou.
Satiro também explicou que, para quem treina com constância, a São Silvestre não exige uma preparação fora do padrão, mas pede atenção por causa do tamanho do pelotão.
A edição de 2025 teve 55 mil inscritos, número apontado como recorde de participação.
O grupo de Criciúma planejou passar o Réveillon em São Paulo e retornar para Santa Catarina na quinta-feira (1º).
Na elite, a vitória ficou com o etíope Muse Gizachew no masculino e com a tanzaniana Sisilia Panga no feminino.
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