A medalha de ouro conquistada por Lucas Pinheiro Braathen no slalom gigante garantiu ao Brasil um feito inédito: o primeiro pódio da história do país nos Jogos Olímpicos de Inverno. Além do marco histórico, o atleta também assegurou uma premiação significativa paga pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).
Com a vitória nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, Braathen já tem garantido o valor de R$ 350 mil. Esse montante corresponde à premiação destinada pelo COB aos medalhistas de ouro desde 2023, quando houve reajuste nos valores pagos a atletas e equipes medalhistas em Jogos Olímpicos, tanto de Verão quanto de Inverno.
Os valores praticados atualmente representam os maiores já pagos na história do esporte olímpico brasileiro e são distribuídos conforme a categoria da disputa:
Na categoria individual, com apenas um atleta, a medalha de ouro rende R$ 350 mil, a prata R$ 210 mil e o bronze R$ 140 mil. Em provas de grupo, com dois a seis atletas, o ouro vale R$ 700 mil, a prata R$ 420 mil e o bronze R$ 280 mil. Já nas disputas coletivas, com sete ou mais integrantes, a premiação chega a R$ 1,05 milhão para o ouro, R$ 630 mil para a prata e R$ 420 mil para o bronze.
O valor recebido por Lucas Pinheiro Braathen ainda pode aumentar. O atleta volta a competir na próxima segunda-feira (16), na prova de slalom, considerada sua principal especialidade. Caso conquiste uma nova medalha de ouro, ele poderá somar até R$ 700 mil em premiações, já que o COB permite o pagamento acumulado por cada medalha individual.
A conquista de Braathen no slalom gigante entrou para a história não apenas do esporte brasileiro, mas também do continente sul-americano, marcando a primeira medalha olímpica do Brasil e da América do Sul em Jogos Olímpicos de Inverno.








