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Foto: Reprodução/Redes Sociais

 


O padre Júlio César Agripino, de 38 anos, foi encontrado morto na noite de sexta-feira (5) na casa paroquial de Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas Gerais.

Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, ele era aguardado para celebrar a missa das 19h, mas não apareceu no horário de costume, o que deixou fiéis e funcionários preocupados.

Diante do atraso incomum, membros da comunidade foram até a casa paroquial e encontraram o religioso caído no quarto, desacordado.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e levou o padre ao Hospital São Vicente de Paulo, mas ele não resistiu. A causa da morte não foi informada.

Natural de Guaxupé (MG), padre Júlio era conhecido pelo contato próximo com a comunidade e pela presença ativa nas redes sociais, onde reunia milhares de seguidores.

Ele costumava publicar mensagens, reflexões e transmissões ao vivo sobre fé e espiritualidade, e fiéis relatam que suas homilias ajudaram jovens e famílias a retomarem a participação na Igreja.

Recentemente, o sacerdote esteve em Roma em peregrinação, viagem que registrou em fotos e vídeos. Três dias antes da morte, ele havia publicado um vídeo em comemoração aos 215 anos da paróquia.

Além do serviço religioso, participava de ações sociais e campanhas solidárias na cidade.

No sábado (6), missas de corpo presente foram celebradas ao longo do dia, com a participação do bispo dom José Lanza. A Matriz de Nossa Senhora do Carmo ficou lotada, e um cortejo acompanhou o corpo até a praça central.

Em seguida, o padre foi levado para Guaxupé, onde ocorreu o sepultamento.

Em nota, a paróquia lamentou a perda e destacou a dedicação de padre Júlio à Igreja e à comunidade.

Nas redes sociais, fiéis seguem publicando homenagens e mensagens de agradecimento pelo trabalho pastoral do sacerdote.

 

HN Notícias