O energético Baly “Tadala” virou febre no Brasil, mas também acabou no centro de uma polêmica por causa do nome, que muita gente confundiu com o medicamento tadalafila. Por causa disso, a Vigilância Sanitária municipal e estadual chegou a proibir a venda do produto.
Agora, a Justiça da Comarca de Tubarão decidiu suspender essa proibição e autorizou que a empresa Bebidas Grassi do Brasil Ltda volte a produzir, vender e divulgar o energético enquanto o processo ainda segue em andamento.
Na decisão, os juízes afirmaram que a chance de confusão é pequena, já que o rótulo deixa claro que se trata de um energético e que o produto é vendido em locais comuns de bebidas, não em farmácias. Além disso, a Justiça entendeu que barrar a venda de forma imediata, ainda mais perto do Carnaval, foi uma medida exagerada e sem prova de risco à saúde.
Mesmo com toda a discussão, o sucesso do produto impressiona. Em apenas 25 dias, o Baly “Tadala” registrou cerca de 23 milhões de pedidos, se tornando o lançamento mais rápido da história da marca.
A fabricante reforça que o energético não tem nenhum tipo de medicamento ou fármaco.







