Ex-companheira de filho de Lula relata agressões e ameaças: 'Ele tem poder, eu não sou ninguém'

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02/04/2024 20h42 - Atualizado em 02/04/2024 às 20h42
2 Min

Ex-companheira de filho de Lula relata agressões e ameaças: 'Ele tem poder, eu não sou ninguém'
Reprodução/ Metrópoles
A psiquiatra Natália Schincariol, ex-companheira de Luís Cláudio Lula da Silva, filho de Lula, compartilhou à coluna detalhes das agressões psicológicas que afirma ter enfrentado, mencionando um registro de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo, divulgado pelo repórter Arthur Guimarães, do Metrópoles.

“Sofri ofensas e xingamentos. Fui chamada de ‘vagabunda’, ‘puta’, ‘gorda’ e ‘feia'”, contou.


O registro de ocorrência feito por Natália na Polícia Civil de São Paulo fala em uma suposta cotovelada cometida por Luís Cláudio contra ela. A “cotovelada na barriga” descrita no documento, segundo ela, ocorreu quando os dois brigavam pela posse do celular dele.

“Descobri 30 traições dele pelo WhatsApp e aí ele começou com violência psicológica, não queria sair da minha casa”, disse Natália. Ela afirmou que o apartamento onde os dois moravam, em São Paulo, é do casal. “Ele deu a cotovelada para eu soltar o celular. Ele jogou, assim, com o cotovelo para eu soltar o celular porque eu tinha descoberto todas as traições, descoberto quem ele era”, completou.

“Ele queria tirar o celular da minha mão, porque eu achei todas as traições no celular. A gente entrou nessa briga de ele puxar o celular e eu puxar o celular. Ele deu uma cotovelada para eu soltar o celular. Mas o ponto não é isso, não teve agressão física. Foi mal colocado no registro de ocorrência”, afirmou.

Segundo a psiquiatra, Luís Cláudio lhe dizia que, caso fosse denunciado, acabaria protegido pelo pai e pela Justiça. 

“A ameaça foi: ‘se você contar pra alguém que eu te traí, meu pai vai acabar com você, minha família vai acabar com você, o juiz vai ficar do meu lado porque eu sou filho do presidente’”, relatou.

“Ele vai alegar que estou mentindo e vai acabar com minha vida. Ele tem poder, eu não sou ninguém”, disse ela. “Tenho medo do que ele vai falar, porque ele é sujo, é baixo”.


FONTE: Guilherme Amado, João Pedroso de Campos, Metrópoles
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