O Sul de Santa Catarina se despede de um artista que transformou criatividade, madeira e trabalho artesanal em obras que atravessaram fronteiras.
Gil Galant morreu na noite deste domingo, aos 63 anos, após enfrentar um câncer de pulmão e sofrer complicações relacionadas à doença.
Natural de Morro da Fumaça e morador de Criciúma, Gil era autodidata e construiu uma trajetória marcada pela arte e pelo artesanato. Seu trabalho ficou conhecido principalmente pelas esculturas, monumentos e pela construção artesanal de violões.
Ao longo da carreira, o artista percorreu diferentes regiões do Brasil e também países da América Latina. As viagens ampliaram seu contato com diferentes culturas e ajudaram a influenciar sua produção artística.
Com o passar dos anos, suas obras ganharam reconhecimento em diferentes cidades e marcaram a paisagem e a memória de pessoas do Sul de Santa Catarina.
Gil deixou um legado construído não apenas pelas peças que produziu, mas também pela forma singular como transformava materiais em arte.
A notícia da morte provocou manifestações de carinho e pesar. O Grupo de Teatro Cirquinho do Revirado publicou uma homenagem ao artista e destacou a dimensão de sua trajetória.
“Galant deixa sua obra espalhada por esse país. Isso prova que ele não morreu, ele encantou-se. Que seu nome e seu legado sejam sempre lembrados com muito afeto.”
Velório
O velório de Gil Galant ocorre nesta segunda-feira no Crematório Millenium, na Capela Pérola, das 11h às 17h.
A despedida reúne familiares, amigos e pessoas que acompanharam a trajetória do artista, que deixou sua marca na cultura e no artesanato regional.
O HN Notícias se solidariza com familiares e amigos, desejando força e conforto neste momento de dor.