Um ataque a tiros durante a celebração do festival judaico de Hanukkah deixou 15 pessoas mortas e 40 feridas, incluindo dois policiais, na manhã deste domingo (14), na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. As vítimas tinham entre 10 e 87 anos. A mais jovem, uma menina, morreu no hospital.
Segundo a polícia, dois homens, identificados como pai e filho, abriram fogo contra o público. O pai, de 50 anos, que possuía licença para armas, morreu em confronto com as autoridades. O filho, de 24 anos, foi preso ferido e permanece em estado estável.
O comissário da polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, classificou o caso como um incidente terrorista e afirmou que não há indícios de participação de outros suspeitos. Entre os mortos está o rabino Eli Schlanger, de 41 anos, além de um cidadão israelense.
Um homem de 43 anos foi baleado ao desarmar um dos atiradores e ajudou a evitar novas mortes. Ele segue internado, mas passa bem. Um possível artefato explosivo foi encontrado em um veículo próximo ao local e isolado para análise.
Autoridades australianas e líderes internacionais condenaram o ataque. Até o momento, o Itamaraty informou que não há registro de brasileiros entre as vítimas.










