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Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação Família

 


O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina informou que as buscas por Cassiano Roldão da Rosa, de 30 anos, desaparecido desde domingo (7) em Praia Grande, no Sul do Estado, seguem nesta sexta-feira (12).

A operação deve contar com apoio de drone, se as condições climáticas permitirem.

As equipes concentraram os esforços na Serra do Faxinal, área apontada como o último local onde Cassiano teria sido visto, durante as buscas realizadas nesta quinta-feira (11).

Ao longo do dia, os bombeiros percorreram a estrada e trechos próximos em busca de sinais que pudessem indicar o paradeiro do piloto, além de colherem depoimentos de moradores e pessoas da região.

Até o fim da tarde de ontem – quinta-feira (11) – não houve localização.

Um drone com câmera térmica chegou a ser mobilizado para ampliar a varredura, mas não pôde decolar devido ao vento.

Últimos registros e cronologia 

Segundo relato da família, Cassiano saiu de Aquidauana (MS) na sexta-feira (5), em viagem de retorno. Câmeras registraram a chegada dele a Praia Grande na noite de sábado (6), por volta das 22h, conduzindo um VW Fox Connect cinza, placa QJC0J16, de Sombrio.

Apesar disso, em chamadas de vídeo e ligações feitas entre 22h e 23h59, ele teria dito que ainda estava na estrada.

Na manhã de domingo (7), Cassiano voltou a conversar com familiares afirmando que seguia viajando, porém imagens em um posto de combustível indicam que ele permanecia no município.

O último contato confirmado ocorreu no início da tarde, quando um vigilante relatou ter conversado com o piloto na região da Serra do Faxinal. Até agora, não há registro do carro deixando a cidade.

A família também alerta para mensagens falsas e tentativas de extorsão relacionadas ao caso e reforça que qualquer informação é encaminhada às autoridades.

Como ajudar

Quem tiver informações sobre Cassiano, sobre o veículo ou sobre movimentações na região deve comunicar imediatamente os órgãos de segurança, como 190 (Polícia Militar) e 193 (Bombeiros), ou procurar a autoridade policial mais próxima.