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Arquivo/Divulgação

Em reunião realizada no final da tarde desta segunda-feira, na Procuradoria-Geral de Justiça, foi instituído um grupo de trabalho técnico para auxiliar as Promotorias de Justiça no caso dos cães da Praia Brava, em Florianópolis.

A medida marca uma nova fase das investigações, com foco na análise técnica aprofundada do vasto conjunto de provas reunido na última semana.

Ao todo, foram requisitadas à Polícia Civil 35 diligências, incluindo a exumação do corpo do cão Orelha.

A Polícia Civil encaminhou também outras 15 complementares, somando 50 novas diligências no caso.

Esse material passa agora a ser examinado pelo grupo técnico, sob a condução da 10ª e da 2ª Promotorias de Justiça da Capital. O procedimento segue sob sigilo.

O volume de informações é expressivo: mais de mil horas de vídeos, além de dados extraídos de celulares apreendidos e outros elementos probatórios.

Todo o conteúdo será submetido a uma análise criteriosa e minuciosa, com varredura detalhada dos registros audiovisuais — quadro a quadro — e dos dados digitais.

As Promotorias de Justiça têm prazo de 30 dias para concluir essa etapa dos procedimentos.

O objetivo é garantir a elucidação completa dos fatos, com rigor técnico, responsabilidade e absoluto respeito ao devido processo legal, assegurando que nenhuma informação relevante deixe de ser considerada.