A família de Cassiano Roldão da Rosa, de 30 anos, piloto profissional de balão, busca informações sobre seu paradeiro após o desaparecimento registrado em Praia Grande, no Extremo Sul de Santa Catarina. Ele não é visto desde domingo (7).
Desde a manhã desta quinta-feira (11), o Corpo de Bombeiros realiza buscas na região da Serra do Faxinal, percorrendo a estrada e pontos de difícil acesso em busca de sinais do motorista ou do veículo que ele dirigia.
Um drone com câmera térmica foi encaminhado para apoiar as buscas, porém, por causa dos ventos fortes, que chegaram a ultrapassar os 100 km/h durante a madrugada, o equipamento não pôde ser utilizado inicialmente.
Cassiano saiu de Aquidauana (MS) na sexta-feira (5), em uma viagem de cerca de 1,6 mil quilômetros até Praia Grande.
Câmeras de segurança registraram a chegada dele à cidade por volta das 22h de sábado (6), ao volante de um Volkswagen Fox cinza.
Mesmo já estando no município, ele enviou mensagens para a família dizendo que ainda estava na estrada e que chegaria apenas no domingo. Na manhã do dia seguinte, voltou a ligar, repetindo a mesma versão.
No mesmo período, imagens de um posto de combustíveis de Praia Grande mostram Cassiano no local. Mais tarde, um vigilante da Serra do Faxinal relatou ter conversado com ele na região.
Até agora, nenhum registro de câmeras indica a saída do veículo do município.
Família teme que ele esteja desorientado
Cassiano é pai de duas meninas, Antonella, de 9 anos, e Valentina, de 10 anos. Parentes relatam que ele tem muitos amigos, mantinha contato frequente com a família e estava ansioso para reencontrar as filhas.
A principal preocupação é de que ele esteja sozinho, desorientado e em algum ponto isolado, possivelmente com o carro parado em área de mata ou via pouco movimentada.
A família pede que moradores de Praia Grande e comunidades rurais:
– observem se há carros parados em locais incomuns, como estradas vicinais, trilhas, acessos de sítios e áreas de mata;
– verifiquem pátios, garagens, galpões e acessos pouco utilizados em suas propriedades.
Os familiares relatam ainda que já receberam mensagens falsas e tentativas de extorsão usando o nome de Cassiano. Por isso, qualquer informação deve ser repassada diretamente à Polícia Militar, pelo número 190, para que seja checada oficialmente.









