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Foto: Redes Sociais

O caso do cão comunitário Orelha, em Florianópolis, repercutiu nacionalmente e virou símbolo da indignação contra maus-tratos.

Mas protetores alertam que a violência contra animais não está restrita a um episódio ou a uma cidade: acontece em todo lugar — e, em Criciúma, não é diferente.

Nesta quinta-feira (29), um novo relato publicado nas redes sociais voltou a provocar revolta.

De acordo com protetores da causa animal, a moradora Jéssica Ronchi Donato, que também atua no resgate de animais, encontrou um cachorro dentro de um saco fechado, descartado no sangão do (Iparque — antigo lixão), ponto citado por protetores como área onde abandono e descarte de animais são registrados com frequência.

O protetor Marcelo Sobis também se manifestou, nas redes sociais, afirmando que o animal precisa de atendimento veterinário urgente, além de exames, medicação e cuidados contínuos.

Segundo ele, os custos do tratamento são altos e a rede de protetores pede apoio para conseguir manter o atendimento.

A denúncia reforça o alerta, e a comoção nas redes é importante, mas a cobrança por investigação, denúncia e conscientização precisa valer também para o que ocorre “embaixo do nosso nariz”, no dia a dia dos municípios, ressalta os protetores.

VÍDEO:

Como ajudar

Os protetores divulgaram uma chave Pix para arrecadar valores destinados aos custos do atendimento:

👉 PIX: (48) 99616-3567
👤 Jéssica Ronchi Donato


Maus-tratos é crime

Maus-tratos a animais é crime. Informações que possam ajudar a identificar responsáveis podem ser encaminhadas às autoridades para apuração.