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Foto: Reprodução/Redes Sociais

 

 


O desaparecimento de Daniele Roque Silveira, 16 anos, continua sendo apurado pela Polícia Civil em Araranguá, no Extremo Sul catarinense.

A jovem foi vista pela última vez na noite de 19 de novembro, no bairro Polícia Rodoviária, e desde então não fez mais contato com a família.

De acordo com o registro do desaparecimento, Daniele saiu de casa por volta das 21h, vestindo um top branco e calça jeans, sem levar mochila, roupas, documentos ou outros pertences pessoais. Ela simplesmente não retornou.

Família pede informações e reforça apelo

Abalada, a família insiste que o foco deve ser a localização da adolescente, sem julgamentos sobre sua aparência ou escolhas.

Parentes ressaltam que Daniele é querida, educada e muito próxima da mãe, e pedem que qualquer informação seja repassada diretamente às autoridades para ajudar nas buscas.

Delegado fala em possível homicídio

Em entrevista à Rádio 93 FM, o delegado da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá, Luis Otávio Pohlmann, explicou que o caso foi formalmente comunicado pela mãe na madrugada de sábado, após o sumiço e o recebimento de mensagens anônimas indicando que a jovem estaria morta.

Segundo o delegado, o inquérito já está em andamento e diversas diligências foram realizadas desde o início da semana.

A investigação aponta que Daniele teria entrado voluntariamente em um veículo naquela noite. A polícia trabalha para identificar o carro e esclarecer quem estava envolvido nesse deslocamento.

Com base nas informações reunidas até agora, Pohlmann admite que a linha de apuração é grave: os elementos coletados indicam a possibilidade de homicídio, embora ainda não haja localização de corpo ou ponto certo onde procurar.

Ligações com o crime são apuradas no inquérito

O delegado também confirmou que os investigadores analisam informações de que Daniele poderia ter contato com facções criminosas, uso de drogas e possível envolvimento com prostituição.

Esses elementos, porém, ainda estão sendo formalmente checados no inquérito e não encerram a linha de investigação. A polícia trata o conjunto das informações com cautela e segue cruzando dados, depoimentos e registros.

População pode ajudar de forma decisiva 

Enquanto o caso segue sob sigilo investigativo, tanto a família quanto a Polícia Civil reforçam o pedido de colaboração da comunidade.

Qualquer detalhe, avistamento, conversa, informação sobre o carro ou sobre pessoas com quem a jovem poderia estar, pode ajudar a esclarecer o que aconteceu com Daniele.

Informações podem ser repassadas pelo telefone/WhatsApp: (48) 99659-3296.

O contato pode ser feito de forma direta e responsável, ajudando a polícia a avançar nas investigações.