No vídeo, é possível ver as áreas internas do imóvel, onde as vítimas viviam e trabalhavam sob diversas restrições de liberdade.
As imagens mostram quartos, corredores e espaços de circulação usados pelas mulheres, ambiente apontado pela Polícia Militar como local onde elas eram submetidas ao controle dos responsáveis pelo estabelecimento.
Segundo a PM, as vítimas eram trazidas com a promessa de um trabalho “altamente rentável”, mas, na prática, acabavam presas a um esquema de exploração, com imposição de dívidas, multas e cobrança de produtos com valores considerados abusivos.
Esse mecanismo fazia com que elas não conseguissem deixar o local.
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