Nacional: mãe é presa suspeita de matar filho de 9 meses com banana amassada e veneno de rato

Dante Chiquinelli Marcatto morreu três horas após ingerir a fruta.

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29/08/2025 17h07 - Atualizado há 2 horas
2 Min

 

A Polícia Civil investiga as circunstâncias trágicas que levaram à morte de Dante Chiquinelli Marcatto, um bebê de apenas 9 meses. Ele teria falecido após ingerir uma banana amassada com veneno de rato, segundo indícios preliminares. A mãe do bebê, Giovanna Chiquinelli Marcatto, uma tatuadora, foi detida em São Paulo na quarta-feira (27) e é investigada por homicídio.

O incidente ocorreu na terça-feira (26), quando Dante estava em casa com a mãe. Ele começou a passar mal três horas após consumir a fruta. Imediatamente, foi levado ao Hospital Estadual da Vila Alpina, na Zona Leste da cidade, mas não resistiu e faleceu.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os resultados do exame necroscópico indicam que Dante teria ingerido veneno de rato. Em depoimento, Giovanna admitiu ter oferecido a banana amassada ao filho por volta das 17h, e a morte ocorreu cerca de três horas depois. Esse tempo é consistente com o período necessário para que a substância tóxica provoque efeitos no organismo da criança, conforme afirmaram peritos.

Após sua declaração, a Justiça decretou a prisão temporária de Giovanna por 30 dias. Ela compareceu a uma audiência de custódia na quinta-feira (28).

Inicialmente registrado como morte suspeita, o caso agora investiga a mãe por homicídio qualificado. Um inquérito policial foi instaurado no 42º Distrito Policial do Parque São Lucas.

Funcionários da creche frequendada por Dante também foram ouvidos pela Polícia Civil. Eles relataram que a mãe havia sido alertada sobre o estado de saúde do bebê, que apresentava sintomas preocupantes, como mal-estar, episódios de vômito e alterações na coloração da urina.

Em decisão do Tribunal de Justiça que manteve a prisão da mãe, é destacado que, apesar dos sintomas e das orientações da escola, "não há qualquer indício nos autos de que a investigada tenha providenciado atendimento médico adequado para a criança, demonstrando possível descaso no cuidado com a saúde do infante nos dias que antecederam o óbito".


FONTE: As informações são do G1
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